quinta-feira, 14 de abril de 2011

Customizações em Destaque

Aos leitores assíduos que estão sempre visitando o site buscando por novidades, gostaria de deixar minhas desculpas pelo longo período sem novas postagens. Imprevistos ocasionais aliados a um início de ano morno em termos de novidades agravaram a situação.

As gôndolas têm se enchido de novidades com os primeiros exemplares deste ano. Muitas miniaturas bonitas, mas as grandes vedetes do ano (já citadas em postagens anteriores) ainda não deram as caras. o jeito é esperar.

Enquanto as novidades não chegam, customização é o assunto em pauta. As minhas próprias andam meio paradas, reconheço, mas a futura reinauguração da oficina promete, com direito a inclusão de convidados especiais. Mas isto é só o que vem por aí.

O destaque do momento é o Concurso de Customização do Clube HotWheels Brasil . Sou um fã confesso do site, em cujo fórum aprendi muitas das técnicas que utilizo hoje. Pelo nível dos participantes, o concurso promete. A medida que as novidades forem aparecendo e os concorrentes forem divulgados, devemos ter novidades interessantes por aqui.

Para quem ainda não sabia e estiver interessado em participar, o link para o site está no canto direito inferior da página em "sites que podem te interessar". (ou direto em http://clubehotwheelsbrasil.com.br)

No melhor espírito do "o importante é competir", muitas idéias criativas devem vir à tona, juntamente com execuções primorosas e acabamentos impecáveis.

O jeito é esperar, curtir e torcer. Boa sorte a todos os participantes.





domingo, 13 de março de 2011

E a Brasilia dobrou a esquina...


As primeiras fotos surgiram. Para quem esperava ansiosamente pelos primeiros sinais da Brasília, eis que eles finalmente surgem (mérito ao T-hunted, como sempre o primeiro a divulgar).

O tema é polêmico. Agradou a muitos. Desagradou a muitos também. Em que proporção, é difícil saber.

Tudo é uma questão de expectativa. Após tantos anos aguardando pela miniaturização deste famoso bólido, a expectativa de todos era de uma cópia fiel, remetendo à infância de muitos de nós, colecionadores.

O que se vê, no entanto, conflita com o esperado:

A Brasília veio tunada. Rebaixada, com para-choques envolventes, rodas de perfil baixo, escapamento duplo, um interior pouco tradicional e faróis de milha. As lanternas traseiras rudimentarmente pintadas, também não ajudam muito.

Não resisto a dar minha opinião. Não gostei. Não é o fim do mundo, mas eu esperava mais da Mattel. Vou basear meu julgamento em alguns fatos. Primeiramente, não se trata de beleza, afinal gosto não se discute. É uma questão de princípios. Ao se fazer uma mini, o mínimo que se espera é que seja reproduzido o que foi construído pelo fabricante do original. A Volkswagen nunca fabricou Brasílias com para-choques de plástico. Nem tão pouco este tipo de modificação foi uma moda ou tendência que justificasse a sua reprodução. Se 99% das Brasílias do mundo têm para-choques de aço, por que fazer uma com para-choques envolventes? A miniatura parece um carro de segunda-mão vítima de uma restauração de mau gosto.

Outro contraste que não combinou foi a cor. Se a carroceria está toda modificada, por que se preocupar em manter a cor azul-claro original? Se a idéia é "tunar", então chamas e cores chamativas seriam mais adequadas, dando identidade de mini modificada à Brasília. O misto-quente meio-tunado, meio-original é que ficou esquisito.

O motivo para tanta modificação, é a dúvida que não quer calar. Algumas justificativas são plausíveis. Tornar o veículo mais esportivo? Tornar mais fácil a fabricação? Talvez exista um motivo mais sentimental... quem não se lembra da Brasilia Amarela com rodas gaúchas??


Com exceção da cor, observe a semelhança. Se a mini tivesse sido feita em amarelo, seria uma verdadeira coqueluche. Talvez a Mattel temesse um conflito por direitos de imagem, ou algo do gênero. Não deve demorar até aparecerem versões customizadas da miniatura.

O negócio agora é aguardar até que a mini chegue às gôndolas. Talvez eu morda a língua e a miniatura seja mais bonita pessoalmente do que na fotografia. Até lá, darei o benefício da dúvida.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Qual deveria ser o próximo Carro Nacional Clássico a virar um Hotwheels?



Vimos que 2010 foi um ano recheado de novidades nacionais. Além da muito benvinda chegada do nosso querido Maverick...

...ainda fomos presenteados com o primeiro Hotwheels feito a partir de um carro fabricado exclusivamente no Brasil: o SP2.

Nada mais justo do que esta homenagem, já que somos o segundo maior mercado consumidor do mundo em Hotwheels, perdendo apenas para os EUA.

Em 2011, conforme promete o pôster, seremos brindados com a chegada da Brasília, aumentando ainda mais o portfólio nacional e alimentando o clima de nostalgia que relembra a infância de muitos de nós.



Não é excesso de otimismo achar que uma nova miniatura nacional deverá surgir a cada ano. O que desperta a curiosidade sobre qual será o próximo veículo contemplado.

Quem não se lembra do Dodge Dart? Suas linhas imponentes, um pouco mais sóbrias que as do seu primo americano o Charger, marcavam presença por onde se passasse. O potente motor, que apesar de gastão, produzia generosos cavalos de potência e era capaz de gerar fortes emoções.



Como não falar em emoções e não se lembrar do Opala? Adorado por muitos, têm vários clubes de admiradores e tem até nome: os opaleiros. As linhas são muito elegantes, principalmente do duas portas. O motorzão e os vincos no capô que geram a cara de mau são marcantes em diversas das versões fabricadas.



Voltando mais no tempo, quem se lembra do simpático TL? Não era nenhum muscle-car, é bem verdade. Mas o precursor da Variant tem o seu charme.



Falando em charme, o Corcel abriu uma época. Fez tanto sucesso que recebeu, anos depois, uma continuação - o Corcel II. Honraria que até então era exclusividade dos monarcas.


E se o assunto é esportividade, como não lembrar do Puma? Se o objetivo era chamar a atenção pelo visual esportivo, não havia opção melhor


Indo pra outro estilo de carro, chegamos à saudosa Rural Willis. Unanimidade entre os jipeiros, é até hoje admirada por onde passa, graças às suas linhas singulares e cheias de personalidade.



Confesso que não consigo me decidir. Existem outras opções, é claro, mas gostaria que o próximo nacional da Mattel fosse um dos listados acima.

E você? Deixei uma enquete ao lado desta postagem para que você possa dar a sua opinião. Qual o seu nacional favorito??

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Últimas Pérolas de 2010

Pois é. 2010 já acabou, mas algumas de suas minis ainda não deram as caras por aqui. Pelo menos não pelos métodos convencionais.

Vivenciamos a já tradicional entre-safra de início de ano. Os lojistas se recuperam do Natal, contam suas miniaturas encalhadas no estoque e aguardam pelo primeiro lote do ano que se inicia. Isto já virou rotina, e quem coleciona sabe a dificuldade que se torna obter exemplares alocados no último lote de cada ano.

Se você é leigo no assunto e não está entendendo nada, eu explico: a Mattel divide sua coleção anual de Hotwheels em 6 lotes. Desta forma, mais ou menos a cada 2 meses existem carrinhos novos chegando às lojas e mantendo o interesse dos consumidores continuamente durante todo o ano. Provavelmente funciona muito bem nos EUA, mas nós demais países, temos que lidar com o delay da importação. Desta forma, o lote de Jan/Fev chega aqui em Mar/Abr. Adivinha só o que acontece com o lote de Nov/Dez? Isto mesmo! Não vem pra cá... Os lojistas acham arriscado tentar vender miniaturas 2010 em 2011 e preferem esperar pelo próximo lote do ano corrente . Quem é colecionador e está a procura de miniaturas do último lote, fica a ver navios.

O problema é quando a Mattel resolve deixar o melhor pro final e coloca algumas miniaturas de desejo pro último lote. Foi o que aconteceu em 2010. A Ferrari 458 (e convenhamos, terminar o ano sem uma nova ferrari na coleção é inadmissível) e o Porsche 911 são duas beldades que habitariam fácil a prateleria de qualquer aficcionado.



Ainda não as encontrei pelos meios tradicionais. As grandes lojas e mercados ainda apresentam um festival de mesmice e repetições na tentativa de desencalhar o estoque.

Consegui completar a minha coleção, mas a custos mais salgados e por métodos menos ortodoxos. O Porsche ganhei de um amigo (também colecionador) frequentador de lojas que importam direto dos EUA. A Ferrari comprei em uma Feira de Colecionadores, também de um importador direto.




Desejo boa sorte para quem ainda está procurando. E posto aqui as fotos dessas pérolas, para ir matando a vontade enquanto isso.

O jeito é torcer para que em 2011, apenas as miniaturas feias ou repetidas fiquem para o final.


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Camaro 2011 - Transformer Bumblebee

Já faz um bom tempo que ele está na minha lista de veículos a serem confeccionados. A oficina cheia e a falta de tempo têm sido maus aliados, mas finalmente consegui terminá-lo. Confesso ter sido uma das minis mais difíceis de se customizar. O amarelo em spray é muito ingrato de se utilizar. Em escassez, não se chega ao tom certo de amarelo. Em excesso, escorre. Qualquer pelinho ou poeira flutuante insiste em grudar na tinta fresca. E as imperfeições se destacam de tal forma que obrigam o trabalho a ser reiniciado do zero repetidamente com um novo banho de thinner.

Vamos à saga. Na foto abaixo está a vítima. Um camaro original da coleção Hotwheels 2010 prestes a ser desmontado e mergulhar no Thinner.

Após um refrescante banho de solvente, muita lixa, e raspagem da tinta remanescente, a aparência já mudou consideravelmente. A pequena antena rabo de peixe no final da capota foi removida com uma lixa.
A tradicional camada de primer também foi aplicada para dar mais durabilidade à pintura.

Para sair do tom cinza do primer e chegar ao amarelo desejado foram necessárias muitas, mas muitas camadas de amarelo. Sempre muito breves para evitar que a tinta escorra. Além das complicações usuais, o amarelo é uma cor que demora bastante para secar, o que obriga a se esperar alguns dias antes de se passar para a próxima etapa.

Após finalizado arduamente o amarelo, é hora dos detalhes em preto que caracterizam o nosso herói. Como já expliquei anteriormente, jamais tente aplicar o preto primeiro e o amarelo por cima, ou você vai precisar de umas 1000 camadas pra clarear o carrinho novamente (acredite, eu aprendi da pior maneira).

Está quase pronto. Faltam apenas alguns detalhes como os faróis e o símbolo da GM. E muitas camadas de verniz.

Finalizado. O resultado ficou bem próximo do original. Diferente do exibido nos filmes anteriores, fiz as faixas mais próximas uma da outra seguindo a linha do Camaro 2011 apresentado pela GM. Será a pintura utilizada no Transformers 3 que será lançado este ano. Assim a mini não fica desatualizada muito depressa.

Como a mini era encomenda para o filho de um amigo meu, fiz a também a embalagem. Aliás, sabendo disso, passei camadas extras de verniz para dar mais durabilidade à pintura e fiz o fechamento com massa epoxi que é mais resistente.


É bem verdade que miniatura na mão de criança não é miniatura, é brinquedo! Após entregue, a pintura não sobreviveu incólume por 30 segundos. Em dois minutos a mini já estava desmontada. E em cinco minutos já parecia que tinha tomado uma surra de um bando de Decepticons. Faz parte da brincadeira. O importante é que me diverti fazendo e ele se divertiu brincando (mesmo que por poucos minutos). Agora crio coragem pra fazer uma para mim - o que deve levar mais alguns meses...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Customização para Iniciantes

Antes de mais nada, vale ressaltar que incluo a mim mesmo na categoria Iniciante, visto que tornei-me adepto da arte há apenas alguns meses.
Mas tenho observado que sempre que uma das minhas customs é divulgada, surgem sempre dúvidas recorrentes referentes ao processo utilizado.
Usando as diversas dicas que aprendi - algumas com a experiência e outras consultando os mestres da arte - decidi fazer um rápido tutorial para ajudar àqueles que decidirem se iniciar na arte da customização.

1- Abrindo a miniatura: o processo não é difícil, mas se for tentado apenas na intuição o resultado vai ser algumas miniaturas destruídas nas primeiras tentativas. Para dar certo, o processo precisa ser realizado em duas etapas.
Primeiro utiliza-se uma broca mais fina de 2,0mm ou 5/64". É só furar no centro do rebite e tomar o cuidado de manter a furadeira perpendicular. A miniatura ainda não vai abrir com este furo, mas ele é importante pra facilitar o processo de abertura e de fechamento depois.


A segunda etapa é com uma broca mais grossa de 4,0mm ou 5/32". Repete-se o procedimento e desta vez, a cabeça do rebite vai ser arrancada. É só arrancar a cabeça do rebite. Não se empolgue com a furadeira, senão vai ficar mais difícil de fechar a mini depois.


Pronto. A mini está aberta e desmontada.

2- Retirando a pintura: para o acabamento ficar perfeito, é necessário se retirar toda a pintura original. O método mais comum é deixar mergulhado no Thinner. Algumas horas de mergulho costumam ser suficientes para retirar grande parte da tinta.



A segunda etapa exige um pouco mais de paciência. Nos vãos e reentrâncias (como o contorno do capô e das portas) a tinta reluta um pouco em sair. É necessário raspar com um palito ou alfinete.


A terceira etapa é o acabamento final. Para a superfície ficar bem acabada e proporcionar o melhor efeito final, é preciso lixar com uma lixa bem fininha (lixa d'água). Também é possível conseguir um bom efeito com uma esponja de aço (tipo Bombril).



3- Pintando a sua miniatura. Não há muito segredo nesta etapa, mas algumas dicas são bastante valiosas. Como este é um tutorial para iniciantes, vou descartar o uso do aerógrafo e considerar apenas a pintura com tinta spray comum. Aqui estão as dicas:
  • Comece aplicando uma base. Já experimentei aplicar Primer (um produto específico para este fim) ou tinta branca. Ambos dão efeitos semelhantes valorizando a cor definitiva e aumentando a durabilidade da pintura.
  • Tente chegar no resultado final usando o menor número possível de demãos. Quanto mais fina for a camada de tinta, mais fácil será de visualizar os detalhes da mini.
  • Se for utilizar mais de uma cor, comece sempre pelas mais claras e vá sobrepondo as mais escuras. Pintar amarelo por cima do preto, por exemplo ,vai demandar uma infinidade de demãos e a camada de tinta vai ficar muito grossa.
  • Se quiser fazer faixas ou outros desenhos utilize fita adesiva para isolar as partes a não serem pintadas pela camada sequinte. Tente utilizar uma fita que não tenha poder de aderência muito grande. Caso contrário corre-se o risco de se arrancar a tinta junto com a fita mais tarde.


4- Retoques, detalhes e finalizações. Isto faz toda a diferença no resultado final. Até a etapa 3, o processo é meio automático. Agora faz-se necessário um pouco de talento e mão firme.
  • Retoques: as vezes a pintura borra em alguns detalhes ou não fica como o desejado. É possível retocar com tinta spray sim. A técnica consiste em se borrifar tinta spray dentro de uma sacola plástica comum. Depois molha-se um palito na poça de tinta que se formou no fundo e é só retocar como se fosse um pincel. O resultado é muito bom.
  • Detalhes: faróis, maçanetas, escapamentos. Um cromado ou colorido em regiões específicas dá um destaque especial para a mini. Canetas para retroprojetor ou para marcar CD's pintam peças definitivamente. Também é possível comprar canetas na cor prata para se fazer faróis e grades.
  • Detalhes pequenos: se a caneta for muito grossa, um alfinete molhado de tinta pode ajudar a fazer detalhes pequenos.
  • Decalques: confesso que nunca utilizei esta técnica, mas é possível comprar papel especial, imprimir o desenho desejado e colar sobre a mini.
  • Finalização: uma boa camada de verniz em spray dá um efeito mais brilhate e ajuda a proteger a pintura no caso de algum eventual acidente.
5- Fechando a Miniatura. É possível fechar a mini novamente utilizando rebites ou parafusos pequenos. Mas sou adepto de uma técnica mais artesanal: a cola. Um pouco de adesivo epoxi (tipo Araldite) sobre os furos abertos anteriormente funciona muito bem e deixa o fundo bastante estético.

Abordei aqui apenas o básico, com o objetivo de ajudar quem está iniciando. Ainda há muitos outros recursos, como a substituição de rodas e a modificação de carroceria e chassis, por exemplo. Fica para um próximo tutorial.
(Obs: deixo aqui um agradecimento especial aos colegas do Clube Hot Wheels Brasil e Mundo em Miniatura, com os quais aprendi muito do que foi explicado aqui)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Análise Técnica: Mercedes-Benz GLK



O Ano Novo começou devagar. A maior parte das lojas apresenta apenas o que ficou encalhado do Natal, que já era um saldo do que sobrou do Dia das Crianças. O jeito é ter paciência. E é geralmente neste cenário, que começamos a prestar mais atenção em miniaturas que normalmente passariam despercebidas.
Este é o caso do Mercedes-Benz GLK. A miniatura já me chamou a atenção pela dificuldade habitual em se encontrar um Mercedes.
Olhando mais atentamente, ela se destaca pela riqueza de detalhes, o que não é habitual para um Maisto.
Começando pela frente, observa-se os faróis pintados, a grade prata, a tomada de ar inferior, os faróis de milha, o espaço para a placa, e o símbolo do fabricante no capô.


A presença de retrovisores são mais um ponto a favor. As maçanetas são bem detalhadas e as colunas laterais pintadas de preto, como no original.
Na traseira, mais surpresas agradáveis. Lanterna traseria cuidadosamente detalhada, com direito a luz de ré. Além de detalhes, que aos mais míopes, só podem ser vistos com lupa: a inscrição GLK 350, a estrela Mercerdes-Benz e o indicativo 4-matic referente ao câmbio automático. Aliás, caso interesse saber, GLK é a abreviação de Geländeluxus kompakt, ou seja, Utilitário Esportivo de Luxo Compacto (Sim, existe uma versão GL que é o irmão maior do GLK).



A cor champanhe, apesar de não ser a mais procurada pelos proprietários (geralmente é preto ou prata), casa muito bem com a miniatura, pois dá contraste com os faróis e com os vidros.
As rodas não fazem feio, mas o pecado mesmo fica por conta dos vidros. Para a mini ser perfeita, faltou apenas ter vidros transparentes e o interior detalhado. Um recurso comum da Maisto para reduzir os custos de fabricação.


De forma geral, a miniatura é surpreendentemente agradável e fiel ao original. Mais uma bela aquisição para a coleção.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Velozes e Furiosos - Nissan Skyline

Durante um breve período de descanso, estive assistindo pela enézima vez a um dos filmes da franquia Velozes e Furiosos (aparentemente, os programadores da companhia de TV a Cabo gostam do filme tanto quanto eu, pois as reprises são intensivas). De qualquer forma, estava assistindo ao início do segundo filme (2Fast, 2Furious) quando tive uma estranha sensação de deja vu. O carro dirigido por Brian O'Conner, no primeiro pega do filme, me pareceu estranhamente familiar...

Um rápida pesquisa sanou minhas dúvidas. Trata-se de um Nissan Skyline GT-R. Um carro que a Mattel gentilmente incluiu na linha Mainline de 2010 na cor prata (não pode ser coincidência). As semelhanças não param por aí: a direção do lado direito e o proeminente aerofólio dão a sensação de que a referência ao filme não foi acidental.



É claro que a miniatura ainda está muito urbana. Mas a semelhança faz as mãos de qualquer customizador formigar. Tornou-se imediatamente objeto de desejo. Saí para procurar a miniatura e comprar tinta azul.

A vantagem de a mini já vir na cor prata é que não foi necessário remover a pintura original, o que economizou muuuuuito trabalho de funilaria. O trabalho economizado foi transformado em paciência extra para colar os milhares de pedaços de fita para que a tinta gerasse o desenho desejado.


Já que a carroceria foi rápida, resolvi aumentar o nível de detalhe e pintar o interior nas cores do filme também.


Como uma coisa puxa a outra, o banco do passageiro foi, como no original, removido e substituído pelos cilindros de Nitro. Se você é do meio, deve estar se perguntando onde consegui os cilindro de Nitro... Dada a época do ano, são lâmpadas de natal pintadas de prata.

Confesso que o resultado final me surpreendeu. Ficou bastante fiel ao filme e bem mais charmoso que o prata monocromático. Mais um carro hollywoodiano pra coleção!