sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Customização - Plymouth AAR Cuda 1970

Customização é um vício. Comecei com o há algumas semanas com o Thunderbird (já postado aqui) e cá estou novamente com mais uma vítima: o AAR Cuda 1970.


O modelo escolhido é da Main Line de 2009. Por um destes caprichos do destino, acabei ficando com duas miniaturas idênticas nas mãos, e a duplicidade estava me incomodando.



Decidi colocar a imaginação pra funcionar. Customização é sempre uma escolha difícil: quanto mais simples o projeto, maior a probabilidade de sucesso. Quanto mais complexo, mais interessante e desafiador.

Cedi a alguns desejos e resolvi partir para um conversível.

O primeiro passo é padrão: desmontar a miniatura e submetê-la a um refrescante banho de Thinner para retirar a pintura original.

Feito isso, vem o trabalho de funilaria que, particularmente, foi o mais pesado. Com uma serra comum, damos adeus à capota. Massa de funileiro e durepóxi fazem o resto do serviço. Juntamente com muita, mas muita lixa e paciência.



Hora da pintura. Começamos com o Primer, conforme já aprendi com os gurus da customização. Realmente, a tinta adere muito mais facilmente e não escorre depois.



Uma camada de branco será a cor de base.


Colocadas as fitas, vamos ao preto brilhante, que dará o charme final.


É hora de detalhar. Muita paciência, coordenação motora e sorte são necessárias. Finalizada a pintura, uma camada de verniz dá o arremate.


Por fim um toque final. Novas rodas com pneus de borracha.

O resultado final ficou o melhor que a tinta em spray é capaz de proporcionar.

Abaixo mais fotos de como era, e como ficou o Cuda 1970:










sábado, 14 de agosto de 2010

Exilados pela Pintura


Todo colecionador que se preze já passou por esta experiência: foi a uma loja, e após muito procurar, encontrou a miniatura que estava perseguindo. Chegando em casa, foi diretamente à região de destaque de sua coleção posicionar sua nova aquisição. A cada passagem pelo ambiente, uma breve parada para admirar e se sentir orgulhoso do objetivo recém-atingido.

Repentinamente, em uma visita casual a uma loja, uma constatação chocante se revela. A mesma miniatura está lá exposta. Sozinha, a última da loja. Única. O mesmo modelo da que você acabou de comprar. Mas com uma pintura muuuuito mais bonita.


Murphy se encarrega de que isto aconteça com uma freqüência impressionante. O colecionador ainda está curtindo a satisfação da aquisição anterior e subitamente vê-se parado em meio a uma loja com um dilema nas mãos. Comprar ou não comprar? Começa-se, então a calcular mentalmente o espaço a ser destinado às novas aquisições. Onde estacioná-la? Ao lado da anterior? Vale a pena? Não vale a pena? Haja dinheiro... Haja espaço... Em poucos segundos se está amaldiçoando a compra do dia anterior, que até 30 segundos atrás estava sendo comemorada.


Como todo dilema, o desfecho, independente de qual seja, sempre leva a um questionamento se a decisão certa foi tomada. Se você vira as costas para a arara e abandona a loja decidido a não se sujeitar a compra da mesma miniatura duas vezes em 24 horas, pode ter certeza de que nunca mais a encontrará de novo. Vai tê-la na memória, procurará por ela posteriormente, mas ela não estará mais lá (olha Murphy aí de novo). Vai virar um unicórnio, vai aparecer no E-bay pelo triplo do preço, vai inferstar os seus sonhos durante a noite. Vai se iniciar uma busca que vai tomar muito mais energia e tempo do que se a miniatura tivesse simplesmente sido comprada no momento em que foi vista.


O reverso da moeda também ocorre. Sem exitação, o colecionador recolhe da gôndola a miniatura desejada, não importando as aquisições anteriores. "Cada dia, é um dia", pensa. Ao chegar em casa, de cabeça fria e recuperado do impulso da oportunidade, ao tentar estacioná-la sente-se com "cara de pirulito" olhando para as duas miniaturas recém-adquiridas quase idênticas sobre a estante.


A moral da história é: não se preocupe. Mesmo os colecionadores mais experientes já passaram por isso, e continuam passando. As miniaturas mais bonitas que você já viu na vida, são as que você não comprou. As fotos que ilustram esta postagem são das vezes em que eu mesmo já vivi esta situação. E não há muito o que se fazer. É estar ciente de que o dilema permanecerá acontecendo, e cada vez com mais freqüência conforme a coleção aumenta.



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Não aos Traficantes de T-Hunts



Há tempos tenho ensaiado publicar este artigo. Este é um site de entretenimento e diversão, e não sei se cabe ficar abordando temas polêmicos quem podem beirar o aborrecido.

Mas a indignação me motivou a pelo menos uma postagem, de forma que não pretendo ficar insistindo no assunto.

Todo mundo tem uma miniatura dos sonhos. Aquela difícil de obter, rara, complicada, específica. Nicolas Cage em "60 segundos" usa o termo "unicórnio" para se referir ao carro impossível de obter, e eu acho o termo super adequado. E todo colecionador que se preze sabe que tão prazerosa quanto a obtenção do seu unicórnio, é a procura por ele. Quem nunca se debruçou numa gôndola? Quem nunca esvaziou uma arara? Quem nunca espalhou miniaturas pelo chão da loja, sempre na esperança de que naquele último blister oculto da última prateleira esteja escondido o seu unicórnio?

O que mais me irrita, é que este prazer vem sendo corrompido. Os unicórnios vem sendo banidos das lojas. T-Hunts, Super T-Hunts, Modelos de destaque vem sendo banidos para dimensões paralelas, deixando aos colecionadores legítimos, apenas a frustração das prateleiras vazias.

Não há nada de errado em se perder na disputa para outro colecionador. É aí que reside a graça da procura. Mas um personagem adicional desta história está deturpando a essência da brincadeira. Abduzindo os unicórnios e todos os similares de sua espécie para um tipo de realidade alternativa chamada E-bay (e equivalentes), estão os Traficantes de Unicórnios.

Eles agem na calada da noite. Perseguem caminhões de entrega, interceptam caixas, têm esquema com lojistas, infestam o sistema com métodos pouco ortodoxos. Eles não colecionam. Por sinal, nem se importam, nem sabem ao certo o que estão comercializando. O importante é a tarja verde na lateral do Blister. Porque é sinônimo de lucro.

Pesquisando-se na Internet, encontra-se um unicórnio por duas, cinco, dez vezes o seu valor ou mais.

Vou deixar claro que não tenho nada contra a venda de miniaturas pela internet. O que me irrita é a sua sistêmica subtração das lojas e dos pontos de venda como forma de aumentar o valor do produto.

Finalizando, lembro que tudo segue a lei da oferta e da procura. Se as miniaturas são tão valorizadas na mão dos "Traficantes", é porque tem gente que paga por elas. Por isso lanço aqui o movimento "Diga não ao Tráfico de T-Hunts". Se ninuém procurar, o negócio deixa de ficar lucrativo. Se deixar de ficar lucrativo, os unicórnios retornam as lojas e o prazer de procurar por eles e de completar a tão desejada coleção será preservado. Não alimente este comércio.

sábado, 31 de julho de 2010

Maveco Tunado

É sempre um prazer exaltar o que é bem feito.

Na foto abaixo, uma customização simples e de muito bom gosto enviada por um amigo e leitor da página:


A faixa vermelha dos pneus casou perfeitamente com a pintura original do carro. As rodas remetem aos anos 70 e me lembro ter visto alguns Mavecos pela rua com rodas similares. Por fim, a curvatura do para-lamas acompanha perfeitamente o diâmetro da roda.

Enfim, como toda customização deve ser, parece que foi feita de fábrica. Pessoalmete, achei que ficou irado. Fica a sugestão para a Mattel de um belíssimo T-Hunt para o ano que vem. E gostaria de enviar meus parabéns ao Affonso pela inspirada modificação.

Em breve inauguraremos uma galeria de "Coleção do Leitor" onde esta e outras pérolas ficarão expostas.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Carros Desejados: Herbie

Convenhamos, não se trata de nenhum Hot-rod. Muito menos um Muscle-car. Mas é indiscutível o charme do pequeno fusca.


Trata-se talvez do primeiro dos carros personificados com características humanas criado pelo cinema. Por sinal, é impressionante o carisma que ele é capaz de transmitir sem dizer uma só palavra.

Foram 6 filmes entre 1969 e 2006, todos com a infalível assinatura dos estúdios Disney.

Quanto ao carro? Trata-se de um Fusca (ou Beetle, como gostam de chamar os americanos)modelo 1963, branco perolizado (código de fábrica L87), com uma faixa longitudinal nas cores da bandeira americana e o número 53 nas portas e no capô.
A placa é OFP857 - uma referência à primeira vez que o então produtor Robert Stevenson trabalhou com os estúdios Disney: "Our First Production - August, 1957".

A propósito, o número 53 foi uma homenagem ao jogador de beisebol favorito de Bill Walsh - produtor do filme - que utilizava este número em sua camisa.

As miniaturas são raridade, e confesso que não me lembro de ter encontrado uma miniatura ao menos razoável na escala 1/64. Já encontrei algumas, mas sempre com as mesmas falhas: o modelo-base é de um fusca mais recente que o 63, com para-choques simples e faróis pequenos. O número 53 raramente é encontrado na escala correta - em geral é muito grande ou muito pequeno para a miniatura. Além do preço proibitivo. Alavancada pela dificuldade em encontrar e pela fama do modelo, um pequeno Herbie chega a custar R$150,00...

Se você encontrar um Herbie que valha a pena, por preços módicos, por favor me avise!
A dificuldade é tanta e o preço é tão extorsivo, que não é raro encontrar pela web kits de adesivos "53" para os que quiserem customizar o seu próprio Herbie.

Resta aguardar que os fabricantes tenham um pouco mais de consideração com os fãs e demonstrem um pouco mais de cuidado e dedicação ao reproduzi-lo.

O jeito é aguardar que mais algum filme seja feito num futuro próximo e que isto ressuscite a fabricação de modelos em escala, tirando o admirável carrinho do hall das raridades.


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Customização - Ford Thunderbird 1956



Customização segue uma regra fundamental: se não for pra deixar mais bonito que a miniatura original, é melhor nem começar.
Foi temendo um resultado ruim, que me arrisquei em minha primeira customização. Aliando a falta de espaço, de equipamentos, de tempo e de coordenação motora, os riscos eram grandes. Mas o resultado final foi surpreendentemente bom. Nada digno de Chip Foose, é claro. Mas ficou bom o suficiente pra merecer um espaço na prateleira junto aos demais modelos.

O modelo escolhido foi um Maisto Thunderbird 1956. Comentarei melhor sobre os modelos da Maisto numa próxima oportunidade, mas devo dizer que o contraste entre o casting detalhado e a pintura rudimentar são um convite à customização.

A pintura feita por imersão tem uma camada grossa que esconde os detalhes do casting. A cor azul clara, apesar de ser fiel a época do veículo, não me cativa. E o aspecto monocromático com ausência de detalhes é quase uma afronta a um modelo tão elegante.

O primeiro passo é desmontar a miniatura. Como a carroceria é rebitada na base, é necessário recorrer a uma furadeira. Uma broca grossa, de diâmetro superior à cabeça do rebite dá conta do recado.


Feita a desmontagem, é hora de retirar toda esta camada azul da carroceria. Algumas horas mergulhada no thinner e um pouco de lã de aço são suficientes.


Nada de se empolgar. Antes de sair pintando é necessário ter o projeto completo na cabeça. Que cores serão usadas, que detalhes serão escolhidos e como cada um será feito. É hora do segundo mandamento da customização: comece pelas cores mais claras e depois parta para as mais escuras.

Planejei o modelo final com alguns detalhes em branco. Ao mesmo tempo, o branco vai servir de base para as demais cores aderirem melhor. Portanto é a cor para se começar. Não disponho de aerógrafo, então a alternativa foi a tinta em spray mesmo. O resultado ficou muito bom, mas foram necessárias várias demãos.

É interessante notar que todos os detalhes se destacaram, como os contornos das portas, a tampa lateral e a grade dianteira. Apesar de não gostar muito da qualidade final dos modelos da Maisto, devo deixar registrado que a quantidade de detalhes do casting é impressionante.

É hora de colorir. Mas antes, isolar todas as partes do carro que se deseja deixar em branco. As regiões maiores podem ser protegidas com fita adesiva. Mas se você quiser proteger uma região pequena, pode usar cola plástica. Depois de seca, ela cria uma película que pode ser retirada com uma pinça ou palito de dente.
O vermelho me pareceu uma opção mais atraente. E mantém a originalidade, pois era uma das opções do Thunderbird. Os faróis estão protegidos com cola plástica, que vai ser removida depois de seco.

Retirando-se a fita adesiva e a cola, o carro começa a tomar forma. Com um pincel pequeno e muita paciência e coordenação, os detalhes podem começar a ser pintados.


Está ficando bonito, mas ainda não está legal. Os faróis estão borrados e alguns outros detalhes ainda não parecem perfeitos. Agora é o momento que vai definir se a miniatura final vai pra prateleira ou pra lata do lixo: é hora de retocar.

O grau de perfeição vai depender exclusivamente da coordenação motora de quem pinta. No meu caso, foi o melhor que deu pra conseguir. Não ganharia nenhum concurso, é verdade, mas gostei do resultado. E ficou mais legal na prateleira que o azul claro original.

A remontagem do carrinho é bastante simples. Onde originalmente estavam os rebites que o mantinham montado, adiciona-se duas gotas de adesivo epoxi.

Seguem aqui mais algumas fotos de como era e como ficou o Maisto Thunderbird 56:






sexta-feira, 9 de julho de 2010

Análise Técnica - Ecto 1

Ele chegou às lojas. E está difícil pra caramba de encontrar um. Numa proporção inferior a uma unidade por caixa, está mais difícil achar um Ecto-1 do que muitos T-hunts por aí. Mesmo procurando intensivamente, ainda não o encontrei pessoalmente, e não o teria obtido se não fosse pelo esforço conjunto de alguns colegas colecionadores.


Gostei bastante do nível de detalhamento. O die-cast é bastante rico em detalhes, com saliências e reentrâncias que são características do Ecto-1, e não de um Cadilac Perua genérico.

Os para-choques cromados dão o charme, e o encaixe na traseira entre as peças de metal e de plástico é perfeito e idêntico ao original. Me deixou impressionado.


A pintura está bastante detalhada, como teria que ser. O "rabo-de-peixe" nos para-lamas traseiros em vermelho está perfeito, e as lanternas pintadas em cinza sobre o vermelho demonstra a intenção do fabricante em se ater a todos os detalhes.

Apenas algumas poucas ressalvas quanto à pintura. A tentativa de fazer as maçanetas cromadas é louvável. Entretanto, na escala 1:64, a pintura dificilmente se sobrepõe perfeitamente à maçaneta do die-cast. Talvez fosse mais adequado abortar a idéia.

O símbolo dos caça-fantamas nas portas laterais está perfeito. Apenas não entendi o porquê da sua ausência na porta traseira.



Apreciei muito a solução de fazer os vidros em um tom azulado para utilizar o mesmo plástico nos "giro-flex" superiores. Ficou bastante fiel.

A parafernalha superior tambem está muito bem detalhada e fiel ao original, mesmo as peças que descem pela lateral do carro. Ponto para a Mattel.

A princípio, não havia curtido muito as rodas. Imaginei que o Ecto-1 seria digno de algo mais especial do que a roda-padrão de Hotwheels da Mattel. Mas depois de observar com mais atenção, percebi que o conjunto ficou harmonioso e que uma roda mais chamativa tiraria a atenção do conjunto principal. Boa escolha.





Para finalizar, uma surpresa agradável. Após uma olhada mais atenta, o interior revela um monte de equipamentos dos caça-fantasmas na região do porta-malas e dos bancos traseiros. É o detalhe final que surpreende.

Enfim, gostei muito do resultado e considero a Mattel de parabéns. Esperamos que a tendência de se criar miniaturas a partir dos veículos famosos de filmes se confirme e se torne um hábito. Nós, os fãs, agradecemos.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

De volta à atividade

É verdade, eu admito. Não aparece nenhuma postagem por aqui há algumas semanas.

O motivo é nobre: uma boa e merecida viagem de férias. Me perdoem os leitores e frequentadores assíduos desta homepage, mas nos locais distantes visitados, a energia elétrica era uma iguaria, e a internet uma lenda. Desta forma, a página acabou ficando desatualizada por algumas semanas.

Mas o que é uma viagem sem algumas comprinhas? E o que são comprinhas sem algumas miniaturas?

Uma das várias coisas legais de se viajar para longe, é procurar por coisas que normalmente não se encontram no dia-a-dia.

E isto se aplica às miniaturas também. Marcas que não são muito exploradas no mercado nacional, são um ótimo alvo para um viajante mais atento.

Voltei com algumas novidades que gostaria de mostrar a seguir. A Matchbox (que não vende mais no Brasil), a Majorete, a Shelby, a Jada, a Castline e a própria Hotwheels contemplam os viajentes com uma infinidade de opções (e preços convidativos).

Vejam aqui algumas pérolas encontradas em diversas localidades. (adicionarei posteriormente à página "minha coleção").

Ford Crown Vitória - Táxi e Polícia (Realtoy)


Karmann Ghia, GMC Stepside e Cadillac Deville (Matchbox)


Camaro Z28 (Johnny Lightining)

Citroen C3 e Peugeot 407 (Majorette)

Mustang Shelby 67 Eleanor (Shelby Collectibles)

Shelby Cobra 62 e Mustang GT 2007 (Shelby Collectibles)

Ford Torino 70 (Castline)

sábado, 5 de junho de 2010

Carros da nossa infância: Matchbox Tanzara

Recebi uma consulta esta semana sobre um dos clássicos da Matchbox: o Tanzara.

Confesso que nunca cheguei a tê-lo (quando criança isto se constituía brinquedo, e não coleção) mas vários amigos meus tinham e era muito disputado, assim como o "Pantera".


Ele chamava a atenção porque levantava a tampa traseira (como era comum nos modelos da época), além do design revolucionário para os anos 70. Era o número #53 da coleção Matchbox.


A questão que ficou no ar era: o Tanzara existiu de verdade ou foi apenas uma criação de design próprio da Matchbox?

Após alguma pesquisa, descobri informações sobre o modelo real (ou quase). O Tanzara foi inspirado em um carro conceito. E não se chamava Tanzara. Era o Leyland Zanda, carro conceito desenhado por Harris Mann em 1969.

Foi tão revolucionário para a época, que serviu de inspiração para os designers da Matchbox.

O Zanda foi apresentado à imprensa no Earls Court motor show de 69, mas nunca chegou a ser fabricado em série. Era um projeto independente e foi encomendado pelo fabricante de carrocerias Cowley.


A partir de 1970 foi imortalizado pela Matchbox na forma do Tanzara e permanece em nossas memórias até hoje.

Envie você também a sua dúvida, pergunta ou curiosidade. Ou consulte um pouco sobre o passado na coluna Túnel do Tempo